Ajoelhou-se diante dela, abraçou-lhe as coxas, e chorou.
- Pare de bobagem, homem...
Enxugou as lágrimas no vestido, levantou a barra deste, e sofregamente começou a beijar suas coxas, e a descer sua calcinha de um lado com uma das mãos, e do outro com os dentes, lentamente.
Ela suspirava...
Depois de retirar completamente sua peça íntima, deixar cair a barra do vestido, continuava ajoelhado diante dela, e a abraçou por suas coxas, novamente. Ela meneou a cabeça, como dizendo: Ele não tem jeito mesmo...
Ele olhou pra cima, e disse:
- Você sabe que te amo...
- André, já conversamos sobre isso, nesse momento, por favor, pare de pieguices e me ame sobre meu corpo, na cama.
Num ‘misto’ de desejo e obediência, ele a atende.
Espero que não seja auto-biográfico. Chorão.
ResponderExcluir